sábado, 16 de outubro de 2010

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Quando o sonho, a vontade de viver é imensa, o tempo é irrelevante. Quando tudo brilha, o tempo é irrelevante. Quando o sol nasce, a lua paira no céu, o tempo é irrelevante. Quando chove, quando neva, o tempo é irrelevante. Quando cantamos, quando bailamos, o tempo é irrelevante.
Livros escritos, páginas folheadas, histórias contadas, mil e uma frases apagadas. Passos dados, outros recuados, alguns aperfeiçoados, outros renegados. Noites em claro, dias iludidos. Pensamentos estranhos, olhos castanhos.
Rosto perfeito, coração desfeito. Traços definidos, peças construídas, paisagens desenvolvidas. Artistas místicos, alguns contemplados, outros esquecidos, mas muitos recordados. Esplêndidos, mágicos, brilhantes, incomparáveis. Soldados de guerra, reis poderosos, escravos injustiçados. Figuras abstractas, objectos concretos.
Campos velhos, casas derrubadas. Coisas antigas, perdidas. Coisas vagas, coisas, apenas coisas. Coisas guardadas, coisas jamais recordadas, coisas preciosas, coisas que são tudo, coisas que são nada.
No fundo, são misturas de chocolate com café de um cozinheiro inexperiente.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

é assim ..

ama, grita, chora, mas no fim, luta! *